Os diamantes do nosso carnaval

Enquanto reverenciamos os baluartes que construíram a história das nossas escolas, nossos olhos também se voltam para aquelas que representam o futuro dessa cultura: as crianças. Em cada ala mirim estão sendo lapidados os diamantes das próximas gerações.

Muitas chegam ao Carnaval pelas mãos dos pais, avós, tios ou amigos. Outras parecem nascer já embaladas ao som de samba-enredo. Mas, independentemente de como começam, o que realmente transforma essas meninas é a vivência dentro da escola de samba. Mais do que preparar futuras passistas, ritmistas, porta-bandeiras, musas ou presidentas, o Carnaval ensina valores que ultrapassam a Nego Quirido.

Ala das Crianças do Copa – Foto: @embaixadacopalord

Por isso, é fundamental que as escolas sejam ambientes seguros, acolhedores e preparados para que elas floresçam. Florianópolis tem bons exemplos desse trabalho. A ala de passistas mirins da Embaixada Copa Lord e Unidos da Coloninha são verdadeiras escolas de formação de sambistas.

Quem acompanha o Carnaval há alguns anos percebe com facilidade, muitas das meninas que hoje brilham nesses grupos cresceram diante dos nossos olhos, evoluindo a cada temporada, ganhando confiança e saudando ancestralidade com amor pelo que representa.

Talvez seja justamente aí que resida uma das maiores missões das escolas de samba, garantir que o legado dos que vieram antes continue vivo através daqueles que ainda estão começando.

Ala das Crianças do Copa – Foto: @embaixadacopalord

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